O uso da tecnologia reduz a transmissão da COVID-19

Atualizado: 12 de Nov de 2020







À medida que o coronavírus se propaga, nosso medo de superfícies aumenta. Algumas cenas já viraram parte do nosso cotidiano e não é incomum ver pessoas abrindo portas com o cotovelo, limpando e evitando superfícies metálicas nos trens e ônibus e lavando as roupas logo ao chegar em casa.

Assim como muitas doenças virais respiratórias, a COVID-19 pode ser espalhada através de espirros e tosses, essas partículas podem ficar presas em roupas e superfícies, além de permanecerem no ar por algum tempo.

De acordo com o “Center of Disease Control and Prevention” e OMC, a higienização frequente de superfícies utilizadas diariamente, é medida chave para o combate contra a COVID-19.


Quanto tempo o coronavírus sobrevive em superfícies?



O tempo que o vírus Sars-CoV-2, nome do vírus que causa a doença COVID-19, pode sobreviver fora do corpo humano ainda é incerto. Porém alguns estudos indicam que o vírus pode sobreviver em metais, vidros e plásticos por até 9 dias. Segundo estudo feito pelo “The New England Journal of Medicine”, uma das publicações mais aclamadas na área da medicina, o Sars-CoV-2 é mais estável em metais e plásticos, sendo ainda detectado vírus viável após 72 horas da aplicação nessas superfícies.


Você está controlando o fluxo de pessoas na portaria da sua empresa?




Condomínios se depararam com dificuldades para reduzir aglomerações, principalmente na portaria. Afinal, a portaria funciona como um funil de entrada e saída, sendo uma passagem obrigatória de 100% dos moradores, visitantes e prestadores de serviço.

Esse cenário se repete na indústria, porém em escala e fluxo muito maior. Essa aglomeração aumenta exponencialmente o risco de disseminação da COVID-19, não apenas aumentando o contágio entre as pessoas, mas também a exposição à superfícies e materiais contaminados por um longo período de tempo, como balcão, cadeiras, catracas, portas e crachás.


Como reduzir as chances de transmissão?


As campanhas de conscientização constante e massiva para a higienização das mãos sempre após a passagem por esses aparelhos e o impedimento das aglomerações podem contribuir na redução dessa incidência.

No entanto, é importante realizar a higienização constante dos crachás e catracas com reconhecimento biométrico por digital. A utilização do álcool 70%, uso de produtos a base de cloro ou ainda água com algum tipo de detergente podem garantir a higienização desses pontos de contatos. A contrapartida disso, é garantir que haja sempre algum funcionário realizando a manutenção dessa condição. Em pensar que a possibilidade de transmissão pode ser unitária a cada entrada, é necessário garantir que essa higienização seja realizada em 100% dos acessos, o que torna essa operação, em pouco tempo, inviável financeiramente.


Como reduzir a exposição de maneira viável?


Uma forma bastante efetiva, é evitar que as pessoas que precisam acessar as unidades tenham que ter contato com esses dispositivos. Ou seja, acessar as instalações sem tocar em crachás ou em catracas em conjunto com as campanhas de higienização das mãos, a mais efetiva solução para eliminação da transmissão. Isso pode ocorrer com o uso de tecnologia de biometria facial e uso de QR code para visitantes, por exemplo.



Reconhecimento facial


Amplamente utilizado em diversos países, o reconhecimento facial é uma das maneiras mais efetivas para garantir a segurança dos colaboradores e evitar a disseminação da Covid-19 dentro das fábricas.





O reconhecimento facial se dá através do uso da imagem do rosto, que é submetida a um algoritmo, que é treinado para identificar centenas de pontos únicos. Os detalhes, que variam conforme a complexidade do sistema, podem ser:

  • Distâncias (do nariz aos olhos; da boca ao queixo e etc);

  • Marcas e cicatrizes;

  • Contorno da face;

  • Formato da extremidade do rosto.

Essas informações são usadas para criar um arquivo que descreve a imagem e funciona como um "número de RG facial", usado então para identificar e verificar a identidade de uma pessoa, em aplicações de autenticação multifator para pagamentos bancários, por exemplo.



QR Code


Assim como o reconhecimento facial, o QR code, elimina a necessidade de contato direto com objetos coletivos que podem estar contaminados. Sendo necessário apenas o celular próprio e um aplicativo para a leitura.




Hoje o QR Code encontra uma infinidade de aplicações:

  • Pagamento de contas pelo celular;

  • Acesso a sites;

  • Acesso de emails de forma direta;

  • Acesso a menus de restaurantes;

  • Catálogos de componentes e informações técnicas e;

  • Identificação de pessoas.

Assim, basta o envio de um QR code para a visita que deseja receber. Ela pode realizar sua identificação através de desse código permitindo com que não toque em nada e garantindo a segurança patrimonial do local acessado.



Como podemos ajudá-lo nesse processo?


A wehandle dispõe de diversos meios para realizar o reconhecimento de pessoas que precisam entrar em suas unidades. Entenda como funciona:





1. Realiza-se para cada

colaborador o reconhecimento

facial e o cadastro inicial

no sistema;



















2. Já para os terceiros, no primeiro acesso ou de maneira remota, pode ser realizado o cadastro.

A entrada de terceiros para realização do treinamento de integração é realizada através do uso de QR code. Antes do cadastro das visitas elas recebem um QR code como fator de segurança para sua entrada.















3. Uma vez cadastrada a biometria facial do seu colaborador, terceiro ou visitante, basta ele realizar a apresentação da sua face no totem atrelado à catraca ou à porta para realizar a liberação de acesso.










4. Todos os dados do colaborador estão protegidos conforme a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), não havendo a necessidade de armazenamento da imagem, e impossível retornar a mesma a partir do código gerado.






A wehandle está pronta para te ajudar nessa nova fase digital, e a tecnologia é uma arma poderosa na batalha contra a COVID-19.

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